Versos dum poeta mourisquense
30.12.04 | João Manuel Maia Alves
A saúde
Foi um garoto que me disse,
Ao entrar este milénio:
"Em primeiro lugar a saúde;
Mas disse isto muito a sério!
Vale mais a saúde
Mesmo tendo pouco dinheiro,
Do que não ter saúde
E possuir o mundo inteiro
E neste sério reparo
Em que acredito a valer,
Para que serve o dinheiro
Se a saúde se perder?
O dinheiro sempre ajuda,
Por muito que se não julgue
Vale mais não ter dinheiro
E ter rodos de saúde....
Estes versos foram escritos pelo poeta mourisquense Joaquim António de Matos e fazem parte do seu livro Espaço de Memória, publicado em 2002. No próximo artigo daremos algumas notas biográficas deste mourisquense, a quem este blogue fica grato pela autorização da publicação deste poema.
Foi um garoto que me disse,
Ao entrar este milénio:
"Em primeiro lugar a saúde;
Mas disse isto muito a sério!
Vale mais a saúde
Mesmo tendo pouco dinheiro,
Do que não ter saúde
E possuir o mundo inteiro
E neste sério reparo
Em que acredito a valer,
Para que serve o dinheiro
Se a saúde se perder?
O dinheiro sempre ajuda,
Por muito que se não julgue
Vale mais não ter dinheiro
E ter rodos de saúde....
Estes versos foram escritos pelo poeta mourisquense Joaquim António de Matos e fazem parte do seu livro Espaço de Memória, publicado em 2002. No próximo artigo daremos algumas notas biográficas deste mourisquense, a quem este blogue fica grato pela autorização da publicação deste poema.